Ana Marquilhas

BIO Ana Marquilhas

Ana Marquilhas nasceu em Luanda, Angola, onde desde muito cedo teve a oportunidade de percorrer o país nas grandes e numerosas viagens de carro que os seus pais faziam. Foi neste deambular pelo continente africano que começou a desenvolver o gosto pelas viagens, gosto que se viria a transformar em paixão.

Depois do seu regresso a Portugal, a paixão pelas viagens foi crescendo ao longo dos anos, tendo a sua atividade desportiva como jogadora de voleibol do Sporting contribuído para tal, pois permitiu-lhe continuar a viajar, desta feita com a sua equipa, e assim ir apurando o gosto associado à descoberta de novos lugares e horizontes. Dessa altura, recorda sobretudo os belos locais que visitou numa viagem que fez aos Açores. Foi durante esse período da sua vida desportiva que conheceu o Luiz, o seu marido, também ele desportista, na altura jogador de andebol do Sporting.

Licenciou-se no Instituto Superior de Educação Física, tendo chegado a trabalhar como professora de Educação Física, mas foi no mundo empresarial e do marketing que encontrou a sua vocação, tendo desenvolvido uma carreira longa, onde se destacam a Direção Geral da Arena e, mais tarde, a da MPG, entre muitos postos de relevo e projetos que liderou. As grandes viagens começaram precisamente com a conquista da autonomia financeira. Para a  primeira aventura de maior fôlego, aos 25 anos, a escolha recaiu na América do Sul, até porque parte da sua família materna vivia no Brasil.

Com o regresso do Luiz dos Estados Unidos, as grandes viagens tornaram-se uma prática regular, tendo já tido a oportunidade de visitar demoradamente países como a Austrália, o Japão e tantos outros destinos que já somam um total de 52 países, distribuídos por todos os continentes. Também não esqueceram Portugal, onde cedo descobriram as Pousadas de Portugal e os seus encantos, numa altura em que ainda não eram muito conhecidas. São já muitas viagens, mas, como refere a Ana:

«a paixão pelas viagens é tão grande como o Mundo e, assim, ainda nos restam muitos mais países e territórios para visitar… Ao longo da vida, fomos valorizando o “tempo” e apreciando os pequenos “luxos” da nossa existência: um café, um bom vinho, a partilha com outros e a capacidade de desfrutar o momento. Isto foi algo que aprendemos a valorizar com a idade. E agora, que entramos no luxuoso clube dos 50, ainda valorizamos mais.»